Sou a negação do frio na espinha. Me invento pra fingir que não estou lá. Pretendo passar. Mas sou o tipo de pesadelo do qual não se acorda. Ao menos não nessa vida. Fujo, finjo, minto, finjo, dissimulo, minto, finjo, fujo e fujo. E continuo lá. Uma negação de mim gritada nas entrelinhas.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
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