
Sinto-me
culpada desde que o vi pela primeira vez. Isso mesmo, Padre. Cobicei um homem casado! Aliás, estive até maquinando o mal em minha mente. Ando pensando sobre como poderei tê-lo, a quem terei de matar, essas coisas. Não é algo que eu possa controlar. Entenda-me, Padre: sou atraída por coisas proibidas. E o proibido é sempre pecado, meu pai. Por quê?
Mas eu não quero mais tomar o seu tempo. Só me diga quantas ave-marias e pai-nossos terei de rezar para me redimir de homicídio/adultério, para o caso de eu cair em tentação e me tornar fugitiva da polícia e não poder voltar aqui para me confessar, paizinho. Sabe como é, não é minha culpa se o marido da minha próxima é tão gostoso...